Thursday, December 24, 2009

The Third Kingdom: El-Haar male


Merry Christmas and happy new year!

While I do enjoy Christmas, I never find the time or desire to do something directly related to it. The closest thing I got is the El-Haar male from The Third Kingdom RPG, that could pass as one of the three biblical magi. At least he has the beard and desert clothing!

So lets' indulge ourselves to some fine, exotic drinks, and sit around a campfire in the desert to hear the story of the El-Haar people.

"South of the Sea of Grass on the easternmost edge of the Rim the Scianic desert begins, running the last twothirds of the Rim’s length. The El-Haar dwell both in the tarls at the edge of the desert and as nomads within the Scianic. They are genetically the same race but there is a vast cultural distance and no little enmity between the two. The seven tarls predominantly inhabited by the El-Haar are firmly within the machin system and they have embraced the Sorcerer’s Guild and plasm technology. A vast amount of wealth flows through these tarls – spices, gems and silver brought from the other side of the Halthu Mountains. Such land is mostly accomplished through land routes, as the distance across the desert is too great for most airships to travel. The overland caravans must travel through harsh and unforgiving territory, beset by the desert nomads in addition to fell creatures. In addition to embracing Sorcery the urban El-Haar are skilled at traditional spellweaving.

The nomadic El-Haar – or “El-Haaran” (“true people”) – scorn their urban kin and their soft ways of living. They are nomadic, traveling from oasis to oasis; raising horses, camels, and a hardy breed of sheep. They do trade with the tarls, mostly livestock or treasure from the desert in exchange for iron weapons, wood, and other valuables. Both peoples are dark-skinned and haired, wearing loose protective clothing that insulates them from the heat.

Both nomads and city-dwellers speak the same language – Haar – but oftentimes have trouble understanding the other due to accent and idiom."




Feliz Natal e Ano Novo!

Apesar de gostar do Natal, eu nunca acho o tempo ou vontade de fazer algo diretamente relacionado a ele. A coisa mais próxima que eu tenho é este homem da etnia El-Haar do RPG The Third Kingdom, que poderia se passar por um dos três reis magos. Pelo menos ele tem a barba e a roupa para deserto!

Então vamos nos satisfazer com bebidas exóticas e de qualidade, e nos sentar ao redor de uma fogueira no deserto para ouvir a história do povo El-Haar.

"Ao sul do Mar de Grama na fronteira leste da Borda o deserto Scianic começa, ocupando os últimos dois terços da largura da Borda. Os El-Haar vivem tanto nos Tarls na região fronteiriça do deserto quanto como nômades dentro do Scianic. Eles são geneticamente a mesma raça, mas existe uma grande distância cultural e não pouca inimizade entre os dois povos. Os sete Tarls predominantemente habitados pelos El-Haar estão firmemente dentro do sistema machin de guildas, e eles abraçaram a Guilda de Feiticeiros e a tecnologia do plasma. Uma vasta quantidade de riqueza flui através destes tarls - especiarias, gemas e prata trazidos do outro lado das Montanhas Halthu. Tais terras são predominantemente alcançadas por terra, já que a distância através do deserto é muito grande para a maioria dos navios voadores. As caravanas terrestres tem que viajar por um território perigoso e impiedoso, ocupado por nômades do deserto em adição a criaturas terríveis. Além de terem se rendido à Feitiçaria, os El-Haar urbanos são habilidosos na conjuração de magia tradicional.

Os El-Haar nômades - ou “El-Haaran” (“povo verdadeiro”) - desprezam seus parentes urbanos e seus modos de vida mole. Eles são nomádicos, viajando de oásis a oásis; criando cavalos, camelos, e uma resistente raça de ovelhas. Eles até negociam com os Tarls, na maioria animais ou tesouros do deserto, em troca de armas de ferro, madeira, e outros objetos de valor. Ambos os povos tem pele bronzeada e possuem muito cabelo, e vestem roupas protetoras folgadas que os isolam do calor.

Tanto os nômades quanto os moradores urbanos falam a mesma língua - Haar - mas frequentemente tem trabalho para entender uns aos outros devido ao sotaque e idioma."

Monday, December 14, 2009

I've been interviewed! / Eu fui entrevistado!



I've been interviewed by The Goblin! While a bit unclean, somewhat outside the human beauty standards, and with a strange green skin, the small goblinoid proved to be friendly and quite the intelectual, asking some intriguing, difficult questions. We sat on the best table of his cozy tavern, and spent the evening chatting and helping ourselves to his best beverages. While we discussed about my artistic endeavors, and The Goblin seemed to listen carefully to every word with his big, pointed ears, I seized the opportunity to draw with my pencil a magnificent portrait of this... not so magnificent creature - although he was very witty, funny and kind, I have to say. And smelly. A lof of hiccups and laughs later - goblin beer will do that to you - he performed a small magical incantation, and told me that he had placed the interview on a placed he called 'Taverna do Goblin', which, according to him, is much like his real tavern, only it doesn't exist physically - but rather in another plane of existance, which is not magical nor planar in nature, but digital. Crazy goblin.


PS: The Goblin told me that while the interview is in portuguese, and he is too lazy to translate it, english readers can use something called 'Google Translator' to check out the interview, and this tool is apparently on the same digital world as his real-world tavern digital counterpart. Riiiiight.

UPDATE: Added a color version of the portrait. Made with the 'digital' make-belief stuff The Goblin was talking about, of course. I put it before the pencil version because colors are pretty. Oh, and notice the backlight coming from the fireplace of the Goblin's tavern - I think it added a nice touch to the piece.



Eu fui entrevistado por O Goblin! Apesar de um pouco sujo, de certa forma fora do padrão humano de beleza, e com uma estranha pele verde, o pequeno goblinóide provou ser amigável e bastante intelectual, fazendo algumas perguntas bem difíceis e intrigantes. Nós nos sentamos na melhor mesa de sua taverna, e passamos a tarde conversando e desfrutando à vontade de suas melhores bebidas. Enquanto nós discutíamos minhas empreitadas artísticas, e O Goblin parecia ouvir cuidadosamente cada palavra com suas grandes e pontudas orelhas, eu aproveitei a oportunidade de desenhar com meu lápis um magnífico retrato desta... não tão magnífica criatura - apesar de que ele foi bem esperto, engraçado e educado, tenho que dizer. E fedorento. Depois de muitos soluços e risadas - cerveja de goblin faz isso com você - ele fez um pequeno encantamento mágico, e me disse que tinha colocado a entrevista em um lugar que ele chamou de 'Taverna do Goblin', que, de acordo com ele, é bem parecida com sua taverna real, mas não existe fisicamente - mas apenas em outro plano de existência, que não é mágico nem planar em natureza, e sim digital. Goblin doido.

ATUALIZAÇÃO: Adicionei uma versão em cores do retrato. Feito com o material imaginário 'digital' de que O Goblin estava falando, é claro. Eu coloquei antes da versão a lápis porque cores são bonitas. Ah, e note a luz de fundo vindo da lareira da taverna do Goblin - eu acho que deu um toque legal ao trabalho.